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O Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (IMA/UFRJ) recebeu os alunos do Colégio Estadual Professor Dyrceu Rodrigues da Costa, de Rio Bonito (RJ), para mais uma edição do Dia da Escola, iniciativa que aproxima estudantes da educação básica do ambiente universitário e desperta o interesse pela ciência, tecnologia e inovação.

Durante a visita, os estudantes participaram de uma programação voltada à divulgação científica, conhecendo de perto a infraestrutura do IMA, seus laboratórios e algumas das pesquisas desenvolvidas nas áreas de polímeros, nanotecnologia, biomateriais, sustentabilidade e novos materiais.

A atividade proporcionou uma verdadeira imersão no universo da pesquisa científica, permitindo que os alunos interagissem com professores, pesquisadores e estudantes da UFRJ, além de compreenderem como o conhecimento produzido na universidade contribui para o desenvolvimento de soluções voltadas aos desafios da sociedade.

O Dia da Escola integra as ações de extensão do IMA e tem como objetivo incentivar a aproximação entre universidade e escolas públicas, promovendo o acesso ao conhecimento científico e estimulando jovens a conhecerem as possibilidades de formação e atuação profissional nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Inovação.

Ao longo da programação, os visitantes puderam acompanhar demonstrações experimentais, conhecer equipamentos utilizados em pesquisas de ponta e esclarecer dúvidas sobre a carreira científica e o ensino superior, vivenciando a rotina de um dos principais centros de pesquisa em materiais poliméricos da América Latina.

A iniciativa reforça o compromisso do IMA/UFRJ com a popularização da ciência, a formação de novos talentos e a construção de uma educação cada vez mais conectada à pesquisa e à inovação, inspirando estudantes a enxergarem a universidade como um espaço de oportunidades e transformação.

A visita do Colégio Estadual Professor Dyrceu Rodrigues da Costa representa mais um importante passo na aproximação entre escola e universidade, fortalecendo o papel da divulgação científica na formação de futuras gerações de pesquisadores e profissionais.

 

O Programa de Recursos Humanos PRH-16/UFRJ está com inscrições abertas para bolsa de mestrado destinada a candidatos interessados em desenvolver pesquisas na área de Aditivos Poliméricos e Nanossistemas Aplicados ao Setor de Energia. A oportunidade é voltada para estudantes que desejam atuar em projetos de pesquisa alinhados às demandas de inovação tecnológica da indústria de energia.

O programa busca formar recursos humanos altamente qualificados, incentivando o desenvolvimento de soluções inovadoras para os desafios tecnológicos do setor energético. As pesquisas envolvem temas estratégicos relacionados ao desenvolvimento de materiais poliméricos avançados, nanossistemas e tecnologias capazes de contribuir para o aumento da eficiência, segurança e sustentabilidade dos processos industriais.

A bolsa integra as ações do PRH-16/UFRJ, iniciativa voltada à formação de especialistas para atender às demandas do setor de petróleo, gás, energia e áreas correlatas, fortalecendo a integração entre universidade, pesquisa científica e indústria.

Os candidatos interessados devem observar os requisitos estabelecidos no edital e realizar a inscrição dentro do prazo previsto.

As inscrições permanecem abertas até o dia 20 de julho, e todas as orientações sobre documentação, critérios de seleção e etapas do processo estão disponíveis nos canais oficiais de divulgação do programa.

Esta é uma excelente oportunidade para pesquisadores que desejam desenvolver projetos de alto impacto científico e tecnológico, contribuindo para a inovação em um dos setores mais estratégicos para o desenvolvimento do país.

Programa: PRH-16/UFRJ – Aditivos Poliméricos e Nanossistemas Aplicados ao Setor de Energia

Vaga: Bolsa de Mestrado

Prazo para inscrições: até 20 de julho 

Fonte: linkedin

A nanotecnologia vem se consolidando como uma das áreas mais promissoras para o desenvolvimento de soluções voltadas aos desafios ambientais, sociais e tecnológicos contemporâneos. No Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (IMA/UFRJ), pesquisadores e especialistas têm ampliado estudos e aplicações inovadoras em setores estratégicos como saúde, energia e sustentabilidade.

Com participação da diretora Maria Inês e de pesquisadores do instituto, as iniciativas desenvolvidas no IMA/UFRJ buscam transformar conhecimento científico em soluções capazes de gerar impacto positivo na sociedade, utilizando materiais avançados e tecnologias em escala nanométrica.

As pesquisas envolvem o desenvolvimento de novos materiais com aplicações em áreas como tratamento de água, armazenamento de energia, biomateriais, sistemas inteligentes de liberação de medicamentos e tecnologias sustentáveis para processos industriais.

A nanotecnologia permite manipular estruturas em dimensões extremamente pequenas, possibilitando propriedades diferenciadas que podem ampliar eficiência, reduzir impactos ambientais e otimizar processos em diversos segmentos científicos e industriais.

Segundo os pesquisadores, a integração entre ciência, inovação e sustentabilidade é um dos pilares das atividades desenvolvidas no instituto, fortalecendo o papel da universidade na busca por soluções para desafios globais relacionados às mudanças climáticas, saúde pública e desenvolvimento sustentável.

Além da produção científica, o IMA/UFRJ também atua na formação de profissionais qualificados e no fortalecimento da pesquisa interdisciplinar, promovendo colaboração entre diferentes áreas do conhecimento e ampliando a inserção internacional da ciência brasileira.

As iniciativas reforçam a importância da nanotecnologia como ferramenta estratégica para o futuro, contribuindo para avanços científicos capazes de impactar diretamente a qualidade de vida da população e o desenvolvimento de tecnologias mais sustentáveis.

Fonte: Rede Minerva

15 05 IMA Simpósio Internacional 2026 Noticia2O Rio de Janeiro será palco de um importante encontro internacional voltado à sustentabilidade, inovação e desenvolvimento científico. Entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro de 2026, acontecerá o Advincula International Symposium – 6th International Symposium on Green Chemistry & Polymers and their Application for Sustainable Development, integrado ao SIPS 2026 (Sustainability through Science and Technology Summit).

O evento será realizado no Rio Othon Palace, reunindo pesquisadores, profissionais da indústria, estudantes e especialistas de diversos países para discutir avanços científicos e tecnológicos relacionados à química verde, materiais poliméricos e desenvolvimento sustentável.

O simpósio é dedicado ao químico e laureado com o Prêmio Nobel, Prof. Rudy Marcus, reconhecido mundialmente por suas contribuições à química teórica.

A programação abordará temas estratégicos ligados à sustentabilidade e à inovação, incluindo:

Materiais poliméricos funcionais e orgânicos; Compósitos e nanocompósitos poliméricos; Inteligência artificial e aprendizado de máquina aplicados a materiais; Manufatura avançada com polímeros; Química verde; Polimerizações sustentáveis e de baixo impacto ambiental; Reciclagem e reaproveitamento de resíduos poliméricos; Biomateriais e materiais biodegradáveis; Tecnologias para eficiência energética e redução de toxicidade.

O encontro também contará com palestras especiais, participação de pesquisadores internacionais e representantes de instituições acadêmicas e industriais de destaque, promovendo intercâmbio científico e oportunidades de cooperação internacional.

Além de discutir soluções inovadoras para os desafios ambientais contemporâneos, o simpósio reforça a importância da integração entre ciência, tecnologia, indústria e sociedade na construção de modelos mais sustentáveis de desenvolvimento.

O evento integra o SIPS 2026, iniciativa internacional que reúne diversos simpósios temáticos voltados à sustentabilidade, ciência aplicada e inovação tecnológica.

Mais informações sobre submissões, programação e inscrições podem ser acessadas no portal oficial do evento AQUI.

Fonte: SIPS 2026 – Advincula International Symposium

05 04 IMA Pesquisadoras Maria Inês Noticia 2Uma pesquisa conduzida pelas pesquisadoras Maria Inês Tavares (IMA/COPPE/UFRJ) e Marina Sacramento (IMA/COPPE/UFRJ) revelou um dado preocupante sobre a poluição nas praias cariocas: o isopor, amplamente utilizado em embalagens de alimentos, é hoje o principal responsável pela contaminação por microplásticos na areia.

O estudo foi realizado a partir de coletas na Praia Vermelha, na Urca, um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro. Os resultados indicaram que 70% das amostras analisadas continham poliestireno expandido (EPS), material popularmente conhecido como isopor, utilizado em marmitas e recipientes térmicos.

De acordo com as pesquisadoras, o material se fragmenta com facilidade devido à sua composição leve e altamente aerada, transformando-se em partículas microscópicas que se dispersam rapidamente pelo ambiente por meio do vento e das correntes marinhas. Muitas dessas partículas são invisíveis a olho nu e só podem ser identificadas com o auxílio de equipamentos especializados, como microscópios eletrônicos.

Além do impacto ambiental, a pesquisa aponta riscos à saúde humana. Os microplásticos podem ser ingeridos por organismos marinhos e, consequentemente, entrar na cadeia alimentar, chegando até o consumo humano. Estudos já identificaram a presença dessas partículas em água potável e em diferentes organismos vivos, ampliando a preocupação com seus efeitos a longo prazo.

Outro ponto destacado pelas pesquisadoras é o aumento significativo da poluição após feriados e períodos de grande movimentação nas praias, quando o consumo de alimentos embalados em isopor cresce consideravelmente.

Diante desse cenário, o estudo reforça a importância do descarte adequado de resíduos e da conscientização ambiental. Segundo Maria Inês e Marina Sacramento, além da redução do uso, alternativas como reaproveitamento e reciclagem podem contribuir para minimizar os impactos desse material no meio ambiente.

A pesquisa evidencia que o enfrentamento da poluição por microplásticos passa não apenas pelo avanço científico, mas também pela mudança de hábitos da sociedade, sendo um desafio que envolve ciência, políticas públicas e responsabilidade coletiva.

Fonte: SBT Jornalismo

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